domingo, 4 de maio de 2014

Infactuation 2.0


"Ay mama, you seem to forget 
I never will let 
A man control my emotions 
But when he smiles 
I feel like a little child"




"Now I can't get this stranger off my mind
I think about him when I wear this dress
I still smell him in my hair"

No começo do 3º período só me consigo lembrar de uma coisa: já falta quase para as férias. Este ano irei fazer os exames para entrar na faculdade, por isso irei estar um pouco ocupada, mas isso não significa que não irei aproveitar aquele que será o meu último verão antes de atingir a maioridade hehe


sábado, 3 de maio de 2014

Moda Primavera-Verão

Hoje venho falar de um tema que praticamente todas as raparigas gostam: moda. Vamos falar da nova coleção da Primavera-Verão da minha loja preferida: (surpresa) Stradivarius. Eu sou daquele género de rapariga que tem um look básico, mas moderno. Fácil de copiar e é um look confortável.

Vou-vos deixando as peças que penso comprar nesta primavera:

T-SHIRT ESTAMPADA: 5,95 € 


T-SHIRT ESTAMPADA: 7,95 €


T-SHIRT ESTAMPADA: 9,95 €

BLAZER FLUIDO: 29,95 € 



Hehe, parece que esta primavera até vou ser poupadinha ;)

sexta-feira, 2 de maio de 2014

A minha escola dava um bom cenário de novela

Eu sei que todas as escolas têm as suas histórias, mas a minha parece que saiu de um filme ou de um novela qualquer. Vou tentar contar algumas histórias sem dizer nomes e pormenores:

  • Existem vários casais de lésbicas (parece que agora é moda, pois há dois anos não havia nenhum, agora em quase todos os corredores se vêm raparigas aos beijos com outras raparigas)
  • Os mais populares não são os mais ricos, mas sim os mais conflituosos.
  • Há um casal que começou a namorar há uma semana, mas ela pensa que ele é perfeito e todas as suas amigas apoiam o namoro, enquanto ele, continua a namoriscar com outras raparigas...
  • Há sempre aquela rapariga que tem uns 20 mil seguidores no face...
  • São raros os namoros que duram mais de um mês
  • A escola esteve em obras há uns 3 anos, mas chove lá dentro
  • Sexo no wc é algo normal
  • Pancadaria há quase todos os dias
  • ...

E existem muitas mais coisas, mas de um modo geral é isto. A vossa escola também é assim, ou sou eu que não me atualizo com tanta modernice.

publicação

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Publicações

Hoje decidi fazer um post um pouco diferente. Como estou um pouco menos atarefada (a nível escolar) lembrei-me que seria interessante fazer um post com um tema escolhido pelos meus fãs.
Deste modo, nos comentários, peço-vos que deixem temas/ perguntas que gostassem que eu desenvolvesse/respondesse numa publicação.

Continuação da historia

Capítulo 3

Aquela foi a última vez que vi o meu pai. Momentos após à discussão chamaram uma ambulância que lhe levou. Um ataque cardíaco levou a pessoa que eu mais amava. Eu era a sua princesinha e ele o meu rei.
Graças à sua morte descobri que ele, desde pequeno, sempre teve problemas de saúde. Talvez foi mais um motivo que a minha mãe teve ao escolher o seu marido.
Quando era novo, as febres eram algo habituais e desde algum tempo os médicos já vinham a desconfiar de que ele estivesse a desenvolver algum tipo de cancro. Só não percebo porque é que não me puderam contar mais cedo. Eu sei que não tinha o poder de lhe curar, mas sou a sua filha, e isso deve contar para algo.
O funeral ocorreu dois dias após à sua morte. A igreja estava cheia. Fiquei maravilhada com a quantidade de gente que gostava do meu pai. Notava-se pelas suas caras que não foram obrigados, estavam realmente tristes. As minhas amigas também foram e ficaram sempre ao meu lado. Fiquei tão contente por puder contar com elas numa situação como esta, só provaram que a nossa amizade é verdadeira. A minha mãe é que fez uma triste figura e negou-se a levar o caixão, mas foi sempre atrás dele com altos choramingos, sempre agarrada à tia Guilhermina. Já estava a prever. O transporte do caixão coube a mim e a uns amigos do meu pai, quer do emprego, quer de infância.
 Já passaram dois anos desde a morte do meu pai e continuo a sentir muito a sua falta. Já não sou a mesmo miúda, mas ainda há momentos em que mal consigo estar no mesmo lugar que a minha mãe, mas foi ela que ficou com a minha posse e mesmo agora com dezoito anos completados tenho pena de a deixar sozinha. Ok, lá no fundo gosto dela, pois querendo ou não foi ela que me deu à luz e é impossível de fingir que não é verdade, visto que sou a sua cara chapada.
Mas às vezes é difícil. Após a morte do meu pai, ela mudou completamente o seu comportamento. Tornou-se naquilo que apenas eu desconfiava que fosse o seu verdadeiro eu. As pessoas achavam, que esta mudança fosse apenas graças à morte do marido. Mas não podia concordar.

Desfez-se das roupas do meu pai, escondeu as suas fotos. Aliás, a únicas fotos que ficou em que ele aparece estão no meu quarto. Uma foi tirada numa viagem que fizemos em família, onde fomos visitar a Inglaterra, à quatro anos atrás, em que aparecemos os três no London Eye. Outra foi tirada no dia em que nasci, onde apareço ao seu colo. A terceira e última foi tirada dias antes da sua morte e é a mais recente de todas as fotos em que ele entra.


(continua...)


Estão a gostar?




Bom feriado para todos :)

quarta-feira, 30 de abril de 2014

A "miúda perfeita"

Eu adoro as pessoas quando dizem que me conhecem bem e nem sabem metade da minha história. E se não a sabem das duas uma: ou é porque não quisseram saber ou porque eu não lhes quis contar. São poucos os que me conhecem bem e são nesses que eu sei que posso confiar.

As pessoas da minha idade que não me conhecem acham que eu como todas as outras e os que julgam que me conhecem acham que eu sou uma santa. Mas os que me conhecem sabem que eu sou muito mais do que isso.

Já tive os meus momentos, mas cometi-os e não contei a ninguém, pois era normal, fazia parte da minha idade, pois queria ser adulta à força, mas ainda era uma criança.


Fiz isso um pouco para chamar a atenção das outras pessoas da minha idade, para eles pensarem que eu era igual a eles. Esta minha fase já terminou a muito tempo, pois vi o lado ridículo e estúpido das situações.

Mas agora, há dias em que sinto que isto não é normal. Enquanto eu vejo certas cenas que os da minha fazem (quando estão supostamente a divertirem-se), eu por um lado acho que não posso fazer o mesmo, pois iria-me arrepender e poderia desiludir muita gente (a minha maturidade a falar!), mas por outro lado queria ter a liberdade de as fazer sem estar a pensar no dia de amanhã e no que é que os outros poderão pensar (e não estou a falar dos meus amigos, pois eu sei que quer eu faça ou não, irão sempre me compreender e irão estar sempre do meu lado).

Mas, às vezes, gostava de fazer o que certos adolescentes fazem, sem ter que o justificar a ninguém, mas para provar que já estou crescida.


Desde que não cometa loucuras, não vejo porque não. Porém, o julgamento dos outros irá ser sempre a minha preocupação, o que faz com que não me divirta ao máximo.


"Now I see
That if I were truly to be myself
I would break my family's heart"


Esta música pode pertencer a um filme de animação. mas carrega uma mensagem que muitos adultos ainda não aprenderam. E, para mostrar a consideração que tenho por vocês, eu só não coloquei a versão desta música que a minha diva fez para que vocês não se fartassem dela, visto que ainda a irão ver muitas mais vezes no meu blog :)


Nestes momentos de reflexão pergunto-me: será que tenho libertdade? 

terça-feira, 29 de abril de 2014

Imcompreensão



Cada vez mais compreendo cada vez menos certas pessoas. Estava eu a meio de uma aula e um pede-me para fazer o trabalho de grupo comigo (até aqui tudo normal). Depois quando fomos escolher o tema do trabalho, eu fiz questão de avisar o professor que já tinha abordado um certo tema (globalização) numa outra disciplina e, visto que era a única do meu grupo que tinha a disciplina onde esse tema já tinha sido abordado, preferi recusar-lo, pois era a única pessoa do meu grupo que andava numa área diferente. Juntamente com o meu grupo decidimos então o tema (com base na preferência de todos).




Quando acabou a escolha dos temas do trabalho de final de ano, ficámos com o resto da aula livre para fazermos o que quiséssemos. Então eu comecei a sublinhar no meu livro os assuntos mais importantes do tema escolhido. até que um do meu grupo me diz: "Não me digas que és daquelas que são trabalhadoras?!" (mas disse num tom provocatório e, irónico será dizer que foi ele que quis ficar no meu grupo hehe). é claro que nao liguei nada, além do mais, ele faz parte daquela enorme percentagem de alunos da minha escola que não querem seguir um curso superior. Eu, pelo contrário, quero e muito. Por isso, neste período vou aproveitar os meus tempos livres para estudar português e matemática, logo quero adiantar ao máximo todos os trabalhos na aula. Mas há sempre quem não compreenda isso...no entanto, como o povo diz, quem ri por último ri melhor e a época dos exames está mesmo à porta...

Momento indesejado

a minha reação quando sou obrigada a entrar numa loja que não gosto

então começo a criticar a roupa

Até que o funcionário da loja (que até era bonitinho) me aparece à minha frente muito sorridente. e eu fico

e depois:



Da outra vez que ficámos cara a cara foi do género:
ele:

Eu:



Motivos: 
  • já tenho muito em que pensar;
  • não preciso de uma relação à distância;
  • e estou cansada de namoriscos.



PS: os gifs referentes à minha reação estão um pouco exagerados, mas dá para perceber a situação.


segunda-feira, 28 de abril de 2014

"Estou cansada, cada vez mais incompreendida e insatisfeita comigo, com a vida e com os outros. Diz-me, porque não nasci igual aos outros, sem dúvidas, sem desejos de impossível? E é isto que me traz sempre desvairada, incompatível com a vida que toda a gente vive..."  

Florbela Espanca

domingo, 27 de abril de 2014

Continuação da história

(...)

- O teu pai tem leucemia.
- Como é que a mãe consegue disser isso com a maior das calmas. O pai tem uma doença que o pode levar… – já me saem lágrimas dos olhos e sento-me no sofá - …à morte – estas últimas palavras saíram quase como um suspiro, sendo quase impossível de percebê-las, mas ambos sabem ler os lábios muito bem então lá acabaram por perceber.
- A tua mãe não te quis contar nada para te proteger. Ontem foi o teu aniversário, filha. Dezasseis anos é uma idade magnífica, só queríamos ver-te feliz.
- Está bem, isso compreendo. Mas deviam-me ter dito. E já agora, pai é melhor ires ao médico que ainda não paraste de sangrar.
- Sim, mas…
- Nem mas, nem meio mas. Vais agora. IMEDIATAMENTE!
- Filha, não fales assim com o teu pai. Não foi essa a educação que te demos. Não vez que ele está a sofrer.
- Espere lá, agora já está preocupada. Ao bocado só estava preocupada com a jarra que era caríssima, que já estava à muito tempo na família, blá, blá, blá… A mãe sempre se preocupou apenas com o dinheiro e a sua aparência. E não me venha falar de educação que a mãe não esteve presente nos melhores momentos da minha infância e não acredito que algum dia tenha amado o pai. Apenas quis casar com ele pois tinha um futuro promissor e assim a mãe podia gastar o dinheiro do seu pai e do seu marido, sem nunca precisar de trabalhar. A mãe é uma mimada e uma preguiçosa. Vaidosa e fútil, sabe? Fútil.
- Eu é que sou a mimada?! Quem está a fazer um filme sem necessidade é a menina.
- Um filme? Eu só estou preocupada com o meu pai, sua falsa!
- DIANA SOFIA COUTINHO DE MOURA. Pára de tratar assim a tua mãe. Estou farto das vossas discussões. Vocês não se entendem. São mãe e filha.
- Querido, acalma-te. Pensa na tua saúde.
- Chega, estou farta disto tudo. Vou para o meu quarto. Fui.

Subi as escadas e os meus pais continuaram na sala. Enquanto lhes virava as costas, consegui ver uma lágrima a cantar do canto do olho do meu pai e um pequeno sorriso a sair do canto da boca da minha mãe. Sim, um sorriso. A prova de que precisava de que aquela a quem eu chamo mãe é uma pessoa malévola. Odeio-a, especialmente por ser uma boa actriz. A pessoa que o meu pai conheceu e se apaixonou nunca existiu. Foi tudo um teatro para conseguir ficar com o dinheiro do seu marido (uma maneira de se orgulhar de si própria pois em vez de depender do seu pai, como fora na maior parte da sua vida, era, agora, dependente do seu marido, ou melhor, do dinheiro deste) e eu fui mais um esquema do seu próprio plano. Agora como ela soube que o meu pai iria morrer de doença, não sei. Só sei que não posso confiar nela e o meu pai não merecia esta vida.