sábado, 5 de abril de 2014

Uma música para aproveitarem o fim de semana


Não se esqueçam de ler a minha história. Como é que acham que foi a vida da protagonista?
História (Prólogo)

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Como tinha prometido :)

Prólogo

Matosinhos, Portugal
Janeiro de 2012

Triste. Assustada. Sozinha. Abandonada. É assim que me sinto, fechada nestas quatro paredes. Agora compreendo o quanto os idosos sofrem no meio de tanta solidão. Longe vão os tempos em que me sentia como uma celebridade, em que as festas e os telefonemas eram comuns no meu dia-a-dia. Mal acordava, ficava logo cansada e entusiasmada pelo dia que se iria seguia. Ora ia às compras, ora ia passear pelas ruas da cidade, sendo que às vezes uma praiazita não me fazia nenhum mal. Esses dias acabavam sempre com saídas aos bares com os amigos.
Agora olhem para mim. À miséria que cheguei. Estou internada há apenas um mês e já estou farta de aqui estar, já para não falar que não vejo melhorias no meu estado. Sinto-me cada vez mais como se estivesse em decomposição. Mas bem, não estou aqui para dizer o quão frustrada me sinto com a minha vida, chega de gritar (pois nunca ninguém me ouve, por mais alto que berre), estou farta de lutar contra os fantasmas da minha vida, estou farta, farta…de tudo.
Por mais que queira, sei que a minha vida nunca mais será igual. Será como um trapo, cheio de buracos que por mais retalhos que pusermos, nunca ficará como quando o compramos. Assim será a minha vida, mas agora o que importa é: isto foi a minha vida.
O meu nome é Diana, tenho vinte e cinco anos e esta é a minha história.



Não se esqueçam de dar a vossa opinião!

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Minhas Histórias

Eu há uns tempos atrás comecei a escrever duas histórias, que, neste momento, estão inacabadas. Eu acho que estão ambas muito boas, por isso, vou começar a publicá-las no meu blog a partir das férias. Mas, como sou muito boazinha, deixo-vos aqui um pequeno excerto da 1º história que irei publicar.


Triste. Assustada. Sozinha. Abandonada. É assim que me sinto, fechada nestas quatro paredes. Agora compreendo o quanto os idosos sofrem no meio de tanta solidão. Longe vão os tempos em que me sentia como uma celebridade, em que as festas e os telefonemas eram comuns no meu dia-a-dia. Mal acordava, ficava logo cansada e entusiasmada pelo dia que se seguia. Ora ia às compras, ora ia passear pelas ruas da cidade, sendo que às vezes uma praiazita não me fazia nenhum mal. Esses dias acabavam sempre com saídas aos bares com os amigos.



curiosos pela continuação?
Digam a vossa opinião sobre o pequeno excerto, tal como sugestões para o que poderá ocorrer a seguir :)

terça-feira, 1 de abril de 2014

sexta-feira, 28 de março de 2014

Sou dramática, intensa, transitória e tenho uma alegria em mim que quase me deixa exausta. Eu sei sorrir com os olhos e gargalhar com o corpo todo. Eu sei chorar toda encolhida abraçando as pernas. Por isso, não me venha com meios-termos, com mais ou menos ou qualquer coisa. Venha a mim com corpo, alma, vísceras e falta de ar…
(Clarice Lispector)

uma indireta muito direta

Posso ser baixinha, mas estou sempre um patamar acima de ti.

quinta-feira, 27 de março de 2014

momento do dia (de terça)

-não liguem ao barulho.
(barulho é aquilo que nós dois deveríamos estar a fazer...)


quarta-feira, 26 de março de 2014

Ás vezes sinto-me incompreendida. As pessoas não percebem que a aparência não é tudo numa pessoa. A mim não me interessa se o rapaz é giro, se tem dinheiro ou se se veste bem. O importante é que tenha personalidade. Que seja simpático, engraçado e que me faça sentir bem.
O problema é que essa pessoa já tem dona.

segunda-feira, 24 de março de 2014

Não é que você seja diferente, mas é que ninguém consegue ser igual a você.
— William Shakespeare.