Quando disse que iria tornar o blog o mais ativo possível não estava a gozar.
Irei escrever aqui todas as novidades da minha vida!
Bem como tal, vim por este meio avisar-vos de que o novo capítulo de Fragilidades do Coração já está disponível.
Depois da descoberta de que o Afonso é irmão da nossa querida protagonista, a última coisa que eles estavam à espera era de receber um telefonema de uma Tatiana aflita a alertar a saúde da Alexandra. O que será que acontecerá no novo capítulo?
Descubram-no aqui: Capítulo 26
Mostrar mensagens com a etiqueta História. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta História. Mostrar todas as mensagens
domingo, 14 de junho de 2015
segunda-feira, 12 de janeiro de 2015
Mais de 2000 leituras na minha história
Bem, novo ano, vida nova.
Como tal, quero comecá-lo cheio de pensamentos positivos.
E, a verdade é que a minha obra prima está a ser um sucesso no wattpad.
Por isso desafio-vos a ir lá dar uma olhada.
Chega de misérias...
Para a poderem ler, no lado direito no blog, cliquem em victoria-Worfel. Tenho 3 historias.
Decidam a vossa preferida.
Como tal, quero comecá-lo cheio de pensamentos positivos.
E, a verdade é que a minha obra prima está a ser um sucesso no wattpad.
Por isso desafio-vos a ir lá dar uma olhada.
Chega de misérias...
Para a poderem ler, no lado direito no blog, cliquem em victoria-Worfel. Tenho 3 historias.
Decidam a vossa preferida.
terça-feira, 11 de novembro de 2014
Estou tão feliz ^-^
Não é isso que estão a pensar. Não arranjei namorado nem nada disso (ele é lindo, mas dpois da noite na disco e na semana do caloiro, ainda mal estive com ele).
Mudando de assunto:
Simplesmente ainda não acredito que as minhas histórias sejam assim tão boas. Só tenho recebido boas críticas. Logo eu que no início estava com medo de as publicar.
Não sei se tenho assim tanto talento, mas enquanto ela está a "ter fama", vou aproveitá-la.
Caso queiram ler a história que estou a publicar fica aqui o link:http://www.wattpad.com/53955660-fragilidades-do-cora%C3%A7%C3%A3o
Aceito críticas construtivas. Agradecia que lessem (ps: a história ainda está curta, por isso l~e-se num instante :P)
Mudando de assunto:
Simplesmente ainda não acredito que as minhas histórias sejam assim tão boas. Só tenho recebido boas críticas. Logo eu que no início estava com medo de as publicar.
Não sei se tenho assim tanto talento, mas enquanto ela está a "ter fama", vou aproveitá-la.
Caso queiram ler a história que estou a publicar fica aqui o link:http://www.wattpad.com/53955660-fragilidades-do-cora%C3%A7%C3%A3o
Aceito críticas construtivas. Agradecia que lessem (ps: a história ainda está curta, por isso l~e-se num instante :P)
segunda-feira, 10 de novembro de 2014
Fragilidades do coração (cast)
Todos os autores devem-se orgulhar das suas obras. Partilhei aqui uma delas, mas houve outra que acabou por me surpreender. Teve imensos leitores no wattpad.
Como tal, decidi fazer o cast ideal. Não me baseei nestas pessoas, mas achei.os semelhantes fisicamente com as pessoas que criei (também podem sugerir outras, pois há algumas que ainda não encontrei a "tal" que me agrade a 100%).
Como tal, decidi fazer o cast ideal. Não me baseei nestas pessoas, mas achei.os semelhantes fisicamente com as pessoas que criei (também podem sugerir outras, pois há algumas que ainda não encontrei a "tal" que me agrade a 100%).
Candice Swanepoel - Diana
Lindsy Fonseca - Alexandra
Tyler Hoechlin - Diogo
Emma Degerstedt - Maria João
Nicola Peltz - Teresa
Greer Grammer - Ana
Haley Joel Osment - Ricardo
Aimee Teegarden - Sara
Heather Locklear - mãe da Diana
Jane Levy - Bea
Alex Pettyfer - João
Deste modo, deixo-vos o link para a história (ps: ainda não está completa)
http://www.wattpad.com/53955660-fragilidades-do-cora%C3%A7%C3%A3o
domingo, 9 de novembro de 2014
Escrita: talento ou dedicação
Tenho saudades de escrever. Textos profundos e histórias. Daquelas que tocam no coração. As personagens podem ser sempre as mesmas, mas têm aventuras diferentes.
Elas são reais e ao mesmo tempo não o são...
Elas são reais e ao mesmo tempo não o são...
http://youmakeworthit.blogspot.pt/
http://welcometomyworlddude.blogspot.pt/search/label/Hist%C3%B3ria
http://www.wattpad.com/story/17583443-fragilidades-do-cora%C3%A7%C3%A3o
http://www.wattpad.com/story/17582821-uma-vida-des-complicada
Gostaria que lessem o que tenho e participem na(s) história(s). Assim, iremos criá-la juntos :)
segunda-feira, 11 de agosto de 2014
Desculpem mas teve que ser
Lembram-se de que eu no início publicava aqui as minhas histórias e deixei de o fazer. Bem é que eu não tenho tido muitas ideias nem tempo para as acabar
Em contrapartida decidi fazer uma coisa um pouco diferente. Não sei se já repararam, mas as personagens têm todas os mesmos nomes, em todas as histórias (eu já tinha dito que era muito preguiçosa?).
E como eu escrevo-as sempre do ponto de vista da protagonista, pensei que seria giro se eu criasse um blog para ele. Assim, ia escrevendo o dia a dia e algumas ideias, pois é muito mais fácil escrever algo normal, estilo diário, do que uma espécie de livro.
Só para que saibam o blog já está criado e até agora ainda não me arrependi de o ter criado.
Só vos peço que alinhem na brincadeira e pode sair daqui uma coisa muito engraçada e diferente, não acham?
Então, sejas bem vindos e apresento-vos a Di
Em contrapartida decidi fazer uma coisa um pouco diferente. Não sei se já repararam, mas as personagens têm todas os mesmos nomes, em todas as histórias (
E como eu escrevo-as sempre do ponto de vista da protagonista, pensei que seria giro se eu criasse um blog para ele. Assim, ia escrevendo o dia a dia e algumas ideias, pois é muito mais fácil escrever algo normal, estilo diário, do que uma espécie de livro.
Só para que saibam o blog já está criado e até agora ainda não me arrependi de o ter criado.
Só vos peço que alinhem na brincadeira e pode sair daqui uma coisa muito engraçada e diferente, não acham?
Então, sejas bem vindos e apresento-vos a Di
terça-feira, 13 de maio de 2014
Continuação (3º capítulo)
(...)
De resto as outras mudanças foram
a nível psicológico. Sai à noite para ir a bares com as amigas (ou melhor, com
“amigos”) e passa os dias nas compras. Mas, há novidades.
A primeira é que ela arranjou um
trabalho. É na empresa de marketing do seu pai. Como se considera uma pessoa
com bom gosto, lá conseguiu convencer o meu avô a arranjar-lhe um emprego.
Tecnicamente, apenas diz se gosta ou não, se vende ou não. Vai lá três tardes
por semana, mas acaba por ficar cansada para o resto da semana. Ao menos essas
tardes, para mim, são como o paraíso.
A segunda é que arranjamos uma
empregada, chama-se Glória e é da idade da minha mãe. Como era eu e o meu pai
que cozinhávamos, graças à sua morte perdi a vontade de apenas fazer o jantar
apenas para nós as duas. Apesar dos quilos que está sempre a falar que tem de
perder, acho que morrer à fome não faz parte dos seus planos.
A terceira e última notícia é que
finalmente acabei a escola. Acabei o 12º com uma média de 18,3. A minha mãe
ainda me tentou convencer a ir para medicina para se poder gabar que a sua
princesinha andava a estudar para ser médica, apesar de saber perfeitamente que
a dança é a minha paixão. Eu apenas respondi-lhe que não iria desperdiçar anos
de treinos por uma profissão que está a ficar tão esgotada como todas as outras
e que a escola para mim acabou e que não queria passar mais anos a estudar
arduamente. Com esta resposta, apenas a deixei amuada.
Agora, graças aos cursos e às
aulas de dança que tive, consegui um diploma que me deixa dar aulas e é a isto
que agora me dedico. Foi a única maneira que consegui de fazer o que gosto, sem
abandonar a minha família. Pelo menos não agora, ainda estão sentidos com morte
do meu pai.
Consegui um emprego numa escola a
quinze minutos de casa e trabalho de segunda a sexta, em horários variados.
A minha mãe outro dia veio com
uma conversa de que iria fazer umas mudanças no jardim e que já tinha umas
ideias. Eu concordei, pois não quero ficar zangada com a minha companheira de
casa e esta foi a última ideia boa dela desde que nasci, por isso tínhamos de
aproveitá-la. O jardim já não era o que era desde falecimento do meu pai. Tinha
uma pequena horta nas traseiras da casa, actualmente seca, que fui eu e o meu
pai que a criamos. Ainda tem o baloiço e umas plantas, mas se olharmos para a
casa quando nos encontrámos no exterior, graças ao jardim, parece que está
abandonada.
quinta-feira, 1 de maio de 2014
Continuação da historia
Capítulo 3
Aquela foi a última vez que vi o
meu pai. Momentos após à discussão chamaram uma ambulância que lhe levou. Um
ataque cardíaco levou a pessoa que eu mais amava. Eu era a sua princesinha e
ele o meu rei.
Graças à sua morte descobri que
ele, desde pequeno, sempre teve problemas de saúde. Talvez foi mais um motivo
que a minha mãe teve ao escolher o seu marido.
Quando era novo, as febres eram
algo habituais e desde algum tempo os médicos já vinham a desconfiar de que ele
estivesse a desenvolver algum tipo de cancro. Só não percebo porque é que não
me puderam contar mais cedo. Eu sei que não tinha o poder de lhe curar, mas sou
a sua filha, e isso deve contar para algo.
O funeral ocorreu dois dias após
à sua morte. A igreja estava cheia. Fiquei maravilhada com a quantidade de
gente que gostava do meu pai. Notava-se pelas suas caras que não foram
obrigados, estavam realmente tristes. As minhas amigas também foram e ficaram
sempre ao meu lado. Fiquei tão contente por puder contar com elas numa situação
como esta, só provaram que a nossa amizade é verdadeira. A minha mãe é que fez
uma triste figura e negou-se a levar o caixão, mas foi sempre atrás dele com
altos choramingos, sempre agarrada à tia Guilhermina. Já estava a prever. O
transporte do caixão coube a mim e a uns amigos do meu pai, quer do emprego,
quer de infância.
Já passaram dois anos desde a morte do meu pai
e continuo a sentir muito a sua falta. Já não sou a mesmo miúda, mas ainda há
momentos em que mal consigo estar no mesmo lugar que a minha mãe, mas foi ela
que ficou com a minha posse e mesmo agora com dezoito anos completados tenho
pena de a deixar sozinha. Ok, lá no fundo gosto dela, pois querendo ou não foi
ela que me deu à luz e é impossível de fingir que não é verdade, visto que sou
a sua cara chapada.
Mas às vezes é difícil. Após a
morte do meu pai, ela mudou completamente o seu comportamento. Tornou-se
naquilo que apenas eu desconfiava que fosse o seu verdadeiro eu. As pessoas
achavam, que esta mudança fosse apenas graças à morte do marido. Mas não podia
concordar.
Desfez-se das roupas do meu pai,
escondeu as suas fotos. Aliás, a únicas fotos que ficou em que ele aparece
estão no meu quarto. Uma foi tirada numa viagem que fizemos em família, onde
fomos visitar a Inglaterra, à quatro anos atrás, em que aparecemos os três no
London Eye. Outra foi tirada no dia em que nasci, onde apareço ao seu colo. A
terceira e última foi tirada dias antes da sua morte e é a mais recente de
todas as fotos em que ele entra.
(continua...)
Estão a gostar?
Bom feriado para todos :)
Bom feriado para todos :)
domingo, 27 de abril de 2014
Continuação da história
(...)
- O teu pai tem leucemia.
- Como é que a mãe consegue disser isso com a maior
das calmas. O pai tem uma doença que o pode levar… – já me saem lágrimas dos
olhos e sento-me no sofá - …à morte – estas últimas palavras saíram quase como
um suspiro, sendo quase impossível de percebê-las, mas ambos sabem ler os
lábios muito bem então lá acabaram por perceber.
- A tua mãe não te quis contar nada para te proteger.
Ontem foi o teu aniversário, filha. Dezasseis anos é uma idade magnífica, só
queríamos ver-te feliz.
- Está bem, isso compreendo. Mas deviam-me ter dito. E
já agora, pai é melhor ires ao médico que ainda não paraste de sangrar.
- Sim, mas…
- Nem mas, nem meio mas. Vais agora. IMEDIATAMENTE!
- Filha, não fales assim com o teu pai. Não foi essa a
educação que te demos. Não vez que ele está a sofrer.
- Espere lá, agora já está preocupada. Ao bocado só
estava preocupada com a jarra que era caríssima, que já estava à muito tempo na
família, blá, blá, blá… A mãe sempre se preocupou apenas com o dinheiro e a sua
aparência. E não me venha falar de educação que a mãe não esteve presente nos
melhores momentos da minha infância e não acredito que algum dia tenha amado o
pai. Apenas quis casar com ele pois tinha um futuro promissor e assim a mãe podia
gastar o dinheiro do seu pai e do seu marido, sem nunca precisar de trabalhar.
A mãe é uma mimada e uma preguiçosa. Vaidosa e fútil, sabe? Fútil.
- Eu é que sou a mimada?! Quem está a fazer um filme
sem necessidade é a menina.
- Um filme? Eu só estou preocupada com o meu pai, sua
falsa!
- DIANA SOFIA COUTINHO DE MOURA. Pára de tratar assim
a tua mãe. Estou farto das vossas discussões. Vocês não se entendem. São mãe e
filha.
- Querido, acalma-te. Pensa na tua saúde.
- Chega, estou farta disto tudo. Vou para o meu
quarto. Fui.
Subi as escadas e os meus pais continuaram na sala.
Enquanto lhes virava as costas, consegui ver uma lágrima a cantar do canto do
olho do meu pai e um pequeno sorriso a sair do canto da boca da minha mãe. Sim,
um sorriso. A prova de que precisava de que aquela a quem eu chamo mãe é uma
pessoa malévola. Odeio-a, especialmente por ser uma boa actriz. A pessoa que o
meu pai conheceu e se apaixonou nunca existiu. Foi tudo um teatro para
conseguir ficar com o dinheiro do seu marido (uma maneira de se orgulhar de si
própria pois em vez de depender do seu pai, como fora na maior parte da sua
vida, era, agora, dependente do seu marido, ou melhor, do dinheiro deste) e eu
fui mais um esquema do seu próprio plano. Agora como ela soube que o meu pai
iria morrer de doença, não sei. Só sei que não posso confiar nela e o meu pai
não merecia esta vida.
terça-feira, 22 de abril de 2014
Para começar bem o 3º período
Capítulo 2
No dia seguinte levanto-me já é hora do almoço.
Após jantar tínhamos ido a uma discoteca. Como para o
jantar fomos bastante apresentáveis nem sequer mudámos de roupa. O meu pai
levou-nos na sua carrinha Peugeut de sete
lugares. As gémeas foram atrás, no meio a Teresa, a Bea e a Sara e eu à frente
com o meu pai. Estávamos todas com vestidos de cores diferentes: eu tinha um azul-marinho,
a Teresa um rosa, a Bia um vermelho, a Sara um verde, a Ana um roxo e a Maria
um preto. Também já andáramos durante o último mês a preparar as nossas vestes
para este dia, mal seria se estivéssemos todas de igual.
Dançámos a noite inteira, mas pouco consumimos e
também não tínhamos paciência para aturar rapazes desesperados que andavam em
busca de conquistas.
É claro que hoje estou cansada e sem vontade de fazer
alguma coisa que seja. Mas algo me levanta de sobressalto da cama. É um grito.
Da minha mãe. Desço as escadas de rompante e …
- Não! Pai! O que aconteceu?
- Nada, não te preocupes. Eu estou bem. Foi só esta
jarra que se partiu.
- Não foi só uma jarra, amor. Foi a jarra que a minha
mãe me deu como prenda pelo nosso casamento. Já estava na família há três
gerações.
- Mãe, isso agora não é importante. Ainda não viste
que o pai não pára de sangrar.
- Hã, isso. Na semana passada chegaram os resultados
daqueles exames que o teu pai fez, lembras-te?
- Sim, eu lembro-me. Foram aqueles de rotina que lhe
obrigaram a fazer graças ao seu belíssimo estado.
O meu pai nos últimos meses tem vindo a perder peso e
sente-se sempre cansado, então obriguei-o a ir ao médico. Andava estranho e já
não tinha aquela alegria de viver. É verdade que estava numa boa fase da sua
carreira e andava cheio de casos para julgar, mas ele sempre gostou de ser juiz
e estava sempre entusiasmado quando lhe chegava um novo caso às suas mãos, pois
era sinal de que estava a fazer um bom trabalho e que o seu esforço estava a
ser reconhecido. Para mim estava-me a esconder algo, e agora, finalmente iria
descobrir o que era.
(continua...)
terça-feira, 15 de abril de 2014
História (continuação) 1º capítulo
Veio toda a gente à festa. A avó, o avô, a
minha tia Guilhermina, o primo Filipe, as minhas miúdas: a Teresa, a Sara, a
Beatriz e as gémeas Maria e Ana, mais os meus pais e ainda uns amigos lá do tribunal do meu pai.
Como eu detesto estes jantares. Tirando as
minhas amigas e o meu pai, não tenho mais ninguém com quem falar. O meu primo
está agora a entrar na adolescência e só fala da playstation e de futebol.
Quando olho para ele, dou graças a Deus por não ter nascido rapaz. Não é que
ele não seja bonito, para um miúdo até o é. Acredito que as miúdas lá da sua
escola já tenham o olho nele. E não é para me gabar, mas os Coutinho de Moura
são conhecidos pelos seus belos cabelos loiros e os fascinantes olhos azuis.
Mas o Filipe, bem, tem conversas muito pouco interessantes. Eu sei que ele
também se sente um pouco deslocado nestes jantares, visto que o meu pai não se
cala com a história do meu nascimento e os meus avós ouvem-no entusiasmados
como se não soubessem o fim da história, a minha mãe não pára de se queixar dos
quilos que ganhou e a minha tia percebe-a perfeitamente, os amigos do meu pai
só falam dos casos jurídicos que lhes calharam e nós, ou melhor elas, estão a
decidir o que iríamos fazer.
- Di, ouviste alguma coisa? – pergunta-me
a Maria.
- Hã, o quê? O que é que se passa?
- Lindo. Desde que nos sentámos não
parámos de falar sobre o novo penteado ridículo da Andreia e tu não ouviste
nada do que dissemos. - diz a Teresa, um pouco chateada comigo.
- Desculpem, estava a pensar num tema
interessante para meter o Filipe na conversa, mas não está fácil.
- Porque é que não lhe perguntas se está a
gostar do jantar? Eu cá acho que
este bacalhau com natas está uma delícia. – comentou a Ana.
- Porque ele não aprecia muito peixe.
Vê-se logo pela cara dele.
- Já sei! Conta-lhe uma piada. Os
miúdos adoram. – opina a Bea.
- Sim, é uma boa ideia! E bem que
isto precisa de ser animado. Não quero ouvir falar de hospitais nem de
tribunais durante um bom tempo. - exprime a Sara.
- Ok! Ó Filipe, o que é que um nerd diz quando toma remédio?
- Não sei, o que dizes? – pergunta-me
o Filipe.
Fiz de conta que nem percebi o que
ele disse e dei-lhe logo à resposta à adivinha.
- As definições de vírus foram actualizadas.
Só sei que as pessoas de repente
tinham-se calado e agora estão a rir histericamente com a que deve ser a maior
seca que eu conheço.
De repente, aquele que parecia ser um
jantar para esquecer transformou-se no jantar mais divertido de família de
sempre. Quem diria que o avô, que é a pessoa mais abastada que eu conheço,
também sabe se divertir.
O ponto alto da festa foi quando, depois
de já estar a mesa toda limpa, obrigaram-me a dançar com as miúdas a música do
momento: Whenever, Wherever da Shakira. A música ainda ia a meio, connosco a dançar
praticamente num cantinho que arranjamos, quando a minha avó de repente se
levanta da cadeira e começa a dançar em cima da mesa de jantar. Foi um momento
bastante engraçado e descobri de quem herdei o meu talento.
sábado, 12 de abril de 2014
História
Parte 1
Capítulo 1
- Já nasceu! É uma menina! É a minha
princesinha! – conta o meu pai, que todos os anos durante o jantar do meu
aniversário, relata a história do meu nascimento – saí a gritar pelo hospital
fora. As pessoas deviam achar que eu era maluco, mas acho que foi o dia em que
estive mais contente. E tinha razão foste a melhor coisa que já me aconteceu. A
tua mãe é que já não pode dizer o mesmo…
- É claro que me orgulho da minha Dianinha.
O que não me orgulho é dos quilos que ganhei graças à gravidez. Fiquei cheia de
estrias e ainda as tenho! Isto sim, é que é um ultraje.
Hoje é 21 de Julho e comemora-se o meu
décimo sexto aniversário. Encontrámo-nos em casa a jantar, todos sentados numa mesa
com vinte convidados. Vivemos no que chamam casarão, apesar de não o considerar
como tal. Dá bem para eu e os meus pais vivermos. O local que acho mais
magnífico é jardim, sem dúvida. Quando era nova, lembro-me dos bons momentos
que passei no jardim com o meu pai. Andava de baloiço, corria atrás das
borboletas e apanhávamos flores, que todas as semanas púnhamos na jarra da
entrada. Agora a minha mãe acha que sou demasiado crescida para brincar às
fadinhas do jardim. Mas ela não sabe o quão divertido era. No restante da casa
são as divisões normais: o meu quarto, o dos meus pais e ainda outro para
convidados, três casas de banho, uma cozinha, uma sala, o escritório do meu pai
e ainda uma sala de dança. Eu sei que nem toda a gente se pode gabar de ter uma
sala para dançar, mas descobri muito nova a minha paixão pela dança e o meu pai
decidiu que deveria ter um espaço para tal. Quem não achou muita piada à coisa
foi a minha mãe, que viu serem-lhe retirado o seu armário. Agora tem dois
armários no quarto só para ela e o que não cabe, guarda na casa dos seus pais.
(continua...)
terça-feira, 8 de abril de 2014
Continuação
Eu prometo que até ao final da semana publicarei mais um capítulo da minha história.
Sim, eu sei. Eu tenho noção que o primeiro capítulo que publiquei foi um pouco depressivo, mas agora ficará melhor. Aliás,agora é que irei revelar a história da protagonista. Depois vocês irão perceber como é que ela ficou naquele estado.
Quem está ansioso pela continuação?
Sim, eu sei. Eu tenho noção que o primeiro capítulo que publiquei foi um pouco depressivo, mas agora ficará melhor. Aliás,agora é que irei revelar a história da protagonista. Depois vocês irão perceber como é que ela ficou naquele estado.
Quem está ansioso pela continuação?
quinta-feira, 3 de abril de 2014
Como tinha prometido :)
Prólogo
Matosinhos, Portugal
Janeiro de 2012
Triste.
Assustada. Sozinha. Abandonada. É assim que me sinto, fechada nestas quatro
paredes. Agora compreendo o quanto os idosos sofrem no meio de tanta solidão.
Longe vão os tempos em que me sentia como uma celebridade, em que as festas e
os telefonemas eram comuns no meu dia-a-dia. Mal acordava, ficava logo cansada
e entusiasmada pelo dia que se iria seguia. Ora ia às compras, ora ia passear pelas
ruas da cidade, sendo que às vezes uma praiazita não me fazia nenhum mal. Esses
dias acabavam sempre com saídas aos bares com os amigos.
Agora
olhem para mim. À miséria que cheguei. Estou internada há apenas um mês e já
estou farta de aqui estar, já para não falar que não vejo melhorias no meu
estado. Sinto-me cada vez mais como se estivesse em decomposição. Mas bem, não
estou aqui para dizer o quão frustrada me sinto com a minha vida, chega de gritar (pois
nunca ninguém me ouve, por mais alto que berre), estou farta de lutar contra os
fantasmas da minha vida, estou farta, farta…de tudo.
Por
mais que queira, sei que a minha vida nunca mais será igual. Será como um
trapo, cheio de buracos que por mais retalhos que pusermos, nunca ficará como
quando o compramos. Assim será a minha vida, mas agora o que importa é: isto
foi a minha vida.
O meu
nome é Diana, tenho vinte e cinco anos e esta é a minha história.
quarta-feira, 2 de abril de 2014
Minhas Histórias
Eu há uns tempos atrás comecei a escrever duas histórias, que, neste momento, estão inacabadas. Eu acho que estão ambas muito boas, por isso, vou começar a publicá-las no meu blog a partir das férias. Mas, como sou muito boazinha, deixo-vos aqui um pequeno excerto da 1º história que irei publicar.
Triste.
Assustada. Sozinha. Abandonada. É assim que me sinto, fechada nestas quatro
paredes. Agora compreendo o quanto os idosos sofrem no meio de tanta solidão.
Longe vão os tempos em que me sentia como uma celebridade, em que as festas e
os telefonemas eram comuns no meu dia-a-dia. Mal acordava, ficava logo cansada
e entusiasmada pelo dia que se seguia. Ora ia às compras, ora ia passear pelas
ruas da cidade, sendo que às vezes uma praiazita não me fazia nenhum mal. Esses
dias acabavam sempre com saídas aos bares com os amigos.
curiosos pela continuação?
Digam a vossa opinião sobre o pequeno excerto, tal como sugestões para o que poderá ocorrer a seguir :)
Subscrever:
Mensagens (Atom)



.jpg)








.jpg)







