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domingo, 14 de junho de 2015

Novo capítulo

Quando disse que iria tornar o blog o mais ativo possível não estava a gozar.
Irei escrever aqui todas as novidades da minha vida!

Bem como tal, vim por este meio avisar-vos de que o novo capítulo de Fragilidades do Coração já está disponível.

Depois da descoberta de que o Afonso é irmão da nossa querida protagonista, a última coisa que eles estavam à espera era de receber um telefonema de uma Tatiana aflita a alertar a saúde da Alexandra. O que será que acontecerá no novo capítulo?

Descubram-no aqui: Capítulo 26


segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Mais de 2000 leituras na minha história

Bem, novo ano, vida nova.
Como tal, quero comecá-lo cheio de pensamentos positivos.

E, a verdade é que a minha obra prima está a ser um sucesso no wattpad.
Por isso desafio-vos a ir lá dar uma olhada.
Chega de misérias...


Para a poderem ler, no lado direito no blog, cliquem em victoria-Worfel. Tenho 3 historias.

Decidam a vossa preferida.


terça-feira, 11 de novembro de 2014

Estou tão feliz ^-^

Não é isso que estão a pensar. Não arranjei namorado nem nada disso (ele é lindo, mas dpois da noite na disco e na semana do caloiro, ainda mal estive com ele).

Mudando de assunto:
Simplesmente ainda não acredito que as minhas histórias sejam assim tão boas. Só tenho recebido boas críticas. Logo eu que no início estava com medo de as publicar.

Não sei se tenho assim tanto talento, mas enquanto ela está a "ter fama", vou aproveitá-la.

Caso queiram ler a história que estou a publicar fica aqui o link:http://www.wattpad.com/53955660-fragilidades-do-cora%C3%A7%C3%A3o

Aceito críticas construtivas. Agradecia que lessem (ps: a história ainda está curta, por isso l~e-se num instante :P)

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Fragilidades do coração (cast)

Todos os autores devem-se orgulhar das suas obras. Partilhei aqui uma delas, mas houve outra que acabou por me surpreender. Teve imensos leitores no wattpad.


Como tal, decidi fazer o cast ideal. Não me baseei nestas pessoas, mas achei.os semelhantes fisicamente com as pessoas que criei (também podem sugerir outras, pois há algumas que ainda não encontrei a "tal" que me agrade a 100%).


Candice Swanepoel - Diana

Lindsy Fonseca - Alexandra


Tyler Hoechlin - Diogo


Emma Degerstedt - Maria João


Nicola Peltz - Teresa


Greer Grammer - Ana


Haley Joel Osment - Ricardo


Aimee Teegarden - Sara


Heather Locklear - mãe da Diana


Jane Levy - Bea




Alex Pettyfer - João


Deste modo, deixo-vos o link para a história (ps: ainda não está completa)
http://www.wattpad.com/53955660-fragilidades-do-cora%C3%A7%C3%A3o

domingo, 9 de novembro de 2014

Escrita: talento ou dedicação

Tenho saudades de escrever. Textos profundos e histórias. Daquelas que tocam no coração. As personagens podem ser sempre as mesmas, mas têm aventuras diferentes.

Elas são reais e ao mesmo tempo não o são...


http://youmakeworthit.blogspot.pt/
http://welcometomyworlddude.blogspot.pt/search/label/Hist%C3%B3ria
http://www.wattpad.com/story/17583443-fragilidades-do-cora%C3%A7%C3%A3o
http://www.wattpad.com/story/17582821-uma-vida-des-complicada



Gostaria que lessem o que tenho e participem na(s) história(s). Assim, iremos criá-la juntos :)

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Desculpem mas teve que ser

Lembram-se de que eu no início publicava aqui as minhas histórias e deixei de o fazer. Bem é que eu não tenho tido muitas ideias nem tempo para as acabar

Em contrapartida decidi fazer uma coisa um pouco diferente. Não sei se já repararam, mas as personagens têm todas os mesmos nomes, em todas as histórias (eu já tinha dito que era muito preguiçosa?).
E como eu escrevo-as sempre do ponto de vista da protagonista, pensei que seria giro se eu criasse um blog para ele. Assim, ia escrevendo o dia a dia e algumas ideias, pois é muito mais fácil escrever algo normal, estilo diário, do que uma espécie de livro.

Só para que saibam o blog já está criado e até agora ainda não me arrependi de o ter criado.
Só vos peço que alinhem na brincadeira e pode sair daqui uma coisa muito engraçada e diferente, não acham?

Então, sejas bem vindos e apresento-vos a Di

terça-feira, 13 de maio de 2014

Continuação (3º capítulo)

(...)
De resto as outras mudanças foram a nível psicológico. Sai à noite para ir a bares com as amigas (ou melhor, com “amigos”) e passa os dias nas compras. Mas, há novidades.
A primeira é que ela arranjou um trabalho. É na empresa de marketing do seu pai. Como se considera uma pessoa com bom gosto, lá conseguiu convencer o meu avô a arranjar-lhe um emprego. Tecnicamente, apenas diz se gosta ou não, se vende ou não. Vai lá três tardes por semana, mas acaba por ficar cansada para o resto da semana. Ao menos essas tardes, para mim, são como o paraíso.
A segunda é que arranjamos uma empregada, chama-se Glória e é da idade da minha mãe. Como era eu e o meu pai que cozinhávamos, graças à sua morte perdi a vontade de apenas fazer o jantar apenas para nós as duas. Apesar dos quilos que está sempre a falar que tem de perder, acho que morrer à fome não faz parte dos seus planos.
A terceira e última notícia é que finalmente acabei a escola. Acabei o 12º com uma média de 18,3. A minha mãe ainda me tentou convencer a ir para medicina para se poder gabar que a sua princesinha andava a estudar para ser médica, apesar de saber perfeitamente que a dança é a minha paixão. Eu apenas respondi-lhe que não iria desperdiçar anos de treinos por uma profissão que está a ficar tão esgotada como todas as outras e que a escola para mim acabou e que não queria passar mais anos a estudar arduamente. Com esta resposta, apenas a deixei amuada.
Agora, graças aos cursos e às aulas de dança que tive, consegui um diploma que me deixa dar aulas e é a isto que agora me dedico. Foi a única maneira que consegui de fazer o que gosto, sem abandonar a minha família. Pelo menos não agora, ainda estão sentidos com morte do meu pai.
Consegui um emprego numa escola a quinze minutos de casa e trabalho de segunda a sexta, em horários variados.
A minha mãe outro dia veio com uma conversa de que iria fazer umas mudanças no jardim e que já tinha umas ideias. Eu concordei, pois não quero ficar zangada com a minha companheira de casa e esta foi a última ideia boa dela desde que nasci, por isso tínhamos de aproveitá-la. O jardim já não era o que era desde falecimento do meu pai. Tinha uma pequena horta nas traseiras da casa, actualmente seca, que fui eu e o meu pai que a criamos. Ainda tem o baloiço e umas plantas, mas se olharmos para a casa quando nos encontrámos no exterior, graças ao jardim, parece que está abandonada.

Por isso é que esta ideia veio com bons olhos.




tal como tinha prometido :)

(pus etiquetas em todos os excertos que publiquei para ser mais fácil para seguirem a história)


quinta-feira, 1 de maio de 2014

Continuação da historia

Capítulo 3

Aquela foi a última vez que vi o meu pai. Momentos após à discussão chamaram uma ambulância que lhe levou. Um ataque cardíaco levou a pessoa que eu mais amava. Eu era a sua princesinha e ele o meu rei.
Graças à sua morte descobri que ele, desde pequeno, sempre teve problemas de saúde. Talvez foi mais um motivo que a minha mãe teve ao escolher o seu marido.
Quando era novo, as febres eram algo habituais e desde algum tempo os médicos já vinham a desconfiar de que ele estivesse a desenvolver algum tipo de cancro. Só não percebo porque é que não me puderam contar mais cedo. Eu sei que não tinha o poder de lhe curar, mas sou a sua filha, e isso deve contar para algo.
O funeral ocorreu dois dias após à sua morte. A igreja estava cheia. Fiquei maravilhada com a quantidade de gente que gostava do meu pai. Notava-se pelas suas caras que não foram obrigados, estavam realmente tristes. As minhas amigas também foram e ficaram sempre ao meu lado. Fiquei tão contente por puder contar com elas numa situação como esta, só provaram que a nossa amizade é verdadeira. A minha mãe é que fez uma triste figura e negou-se a levar o caixão, mas foi sempre atrás dele com altos choramingos, sempre agarrada à tia Guilhermina. Já estava a prever. O transporte do caixão coube a mim e a uns amigos do meu pai, quer do emprego, quer de infância.
 Já passaram dois anos desde a morte do meu pai e continuo a sentir muito a sua falta. Já não sou a mesmo miúda, mas ainda há momentos em que mal consigo estar no mesmo lugar que a minha mãe, mas foi ela que ficou com a minha posse e mesmo agora com dezoito anos completados tenho pena de a deixar sozinha. Ok, lá no fundo gosto dela, pois querendo ou não foi ela que me deu à luz e é impossível de fingir que não é verdade, visto que sou a sua cara chapada.
Mas às vezes é difícil. Após a morte do meu pai, ela mudou completamente o seu comportamento. Tornou-se naquilo que apenas eu desconfiava que fosse o seu verdadeiro eu. As pessoas achavam, que esta mudança fosse apenas graças à morte do marido. Mas não podia concordar.

Desfez-se das roupas do meu pai, escondeu as suas fotos. Aliás, a únicas fotos que ficou em que ele aparece estão no meu quarto. Uma foi tirada numa viagem que fizemos em família, onde fomos visitar a Inglaterra, à quatro anos atrás, em que aparecemos os três no London Eye. Outra foi tirada no dia em que nasci, onde apareço ao seu colo. A terceira e última foi tirada dias antes da sua morte e é a mais recente de todas as fotos em que ele entra.


(continua...)


Estão a gostar?




Bom feriado para todos :)

domingo, 27 de abril de 2014

Continuação da história

(...)

- O teu pai tem leucemia.
- Como é que a mãe consegue disser isso com a maior das calmas. O pai tem uma doença que o pode levar… – já me saem lágrimas dos olhos e sento-me no sofá - …à morte – estas últimas palavras saíram quase como um suspiro, sendo quase impossível de percebê-las, mas ambos sabem ler os lábios muito bem então lá acabaram por perceber.
- A tua mãe não te quis contar nada para te proteger. Ontem foi o teu aniversário, filha. Dezasseis anos é uma idade magnífica, só queríamos ver-te feliz.
- Está bem, isso compreendo. Mas deviam-me ter dito. E já agora, pai é melhor ires ao médico que ainda não paraste de sangrar.
- Sim, mas…
- Nem mas, nem meio mas. Vais agora. IMEDIATAMENTE!
- Filha, não fales assim com o teu pai. Não foi essa a educação que te demos. Não vez que ele está a sofrer.
- Espere lá, agora já está preocupada. Ao bocado só estava preocupada com a jarra que era caríssima, que já estava à muito tempo na família, blá, blá, blá… A mãe sempre se preocupou apenas com o dinheiro e a sua aparência. E não me venha falar de educação que a mãe não esteve presente nos melhores momentos da minha infância e não acredito que algum dia tenha amado o pai. Apenas quis casar com ele pois tinha um futuro promissor e assim a mãe podia gastar o dinheiro do seu pai e do seu marido, sem nunca precisar de trabalhar. A mãe é uma mimada e uma preguiçosa. Vaidosa e fútil, sabe? Fútil.
- Eu é que sou a mimada?! Quem está a fazer um filme sem necessidade é a menina.
- Um filme? Eu só estou preocupada com o meu pai, sua falsa!
- DIANA SOFIA COUTINHO DE MOURA. Pára de tratar assim a tua mãe. Estou farto das vossas discussões. Vocês não se entendem. São mãe e filha.
- Querido, acalma-te. Pensa na tua saúde.
- Chega, estou farta disto tudo. Vou para o meu quarto. Fui.

Subi as escadas e os meus pais continuaram na sala. Enquanto lhes virava as costas, consegui ver uma lágrima a cantar do canto do olho do meu pai e um pequeno sorriso a sair do canto da boca da minha mãe. Sim, um sorriso. A prova de que precisava de que aquela a quem eu chamo mãe é uma pessoa malévola. Odeio-a, especialmente por ser uma boa actriz. A pessoa que o meu pai conheceu e se apaixonou nunca existiu. Foi tudo um teatro para conseguir ficar com o dinheiro do seu marido (uma maneira de se orgulhar de si própria pois em vez de depender do seu pai, como fora na maior parte da sua vida, era, agora, dependente do seu marido, ou melhor, do dinheiro deste) e eu fui mais um esquema do seu próprio plano. Agora como ela soube que o meu pai iria morrer de doença, não sei. Só sei que não posso confiar nela e o meu pai não merecia esta vida.



terça-feira, 22 de abril de 2014

Para começar bem o 3º período

Capítulo 2

No dia seguinte levanto-me já é hora do almoço.
Após jantar tínhamos ido a uma discoteca. Como para o jantar fomos bastante apresentáveis nem sequer mudámos de roupa. O meu pai levou-nos na sua carrinha Peugeut de sete lugares. As gémeas foram atrás, no meio a Teresa, a Bea e a Sara e eu à frente com o meu pai. Estávamos todas com vestidos de cores diferentes: eu tinha um azul-marinho, a Teresa um rosa, a Bia um vermelho, a Sara um verde, a Ana um roxo e a Maria um preto. Também já andáramos durante o último mês a preparar as nossas vestes para este dia, mal seria se estivéssemos todas de igual.
Dançámos a noite inteira, mas pouco consumimos e também não tínhamos paciência para aturar rapazes desesperados que andavam em busca de conquistas.
É claro que hoje estou cansada e sem vontade de fazer alguma coisa que seja. Mas algo me levanta de sobressalto da cama. É um grito. Da minha mãe. Desço as escadas de rompante e …
- Não! Pai! O que aconteceu?
- Nada, não te preocupes. Eu estou bem. Foi só esta jarra que se partiu.
- Não foi só uma jarra, amor. Foi a jarra que a minha mãe me deu como prenda pelo nosso casamento. Já estava na família há três gerações.
- Mãe, isso agora não é importante. Ainda não viste que o pai não pára de sangrar.
- Hã, isso. Na semana passada chegaram os resultados daqueles exames que o teu pai fez, lembras-te?
- Sim, eu lembro-me. Foram aqueles de rotina que lhe obrigaram a fazer graças ao seu belíssimo estado.

O meu pai nos últimos meses tem vindo a perder peso e sente-se sempre cansado, então obriguei-o a ir ao médico. Andava estranho e já não tinha aquela alegria de viver. É verdade que estava numa boa fase da sua carreira e andava cheio de casos para julgar, mas ele sempre gostou de ser juiz e estava sempre entusiasmado quando lhe chegava um novo caso às suas mãos, pois era sinal de que estava a fazer um bom trabalho e que o seu esforço estava a ser reconhecido. Para mim estava-me a esconder algo, e agora, finalmente iria descobrir o que era.

(continua...)

terça-feira, 15 de abril de 2014

História (continuação) 1º capítulo

Veio toda a gente à festa. A avó, o avô, a minha tia Guilhermina, o primo Filipe, as minhas miúdas: a Teresa, a Sara, a Beatriz e as gémeas Maria e Ana, mais os meus pais e ainda uns amigos lá do tribunal do meu pai.
Como eu detesto estes jantares. Tirando as minhas amigas e o meu pai, não tenho mais ninguém com quem falar. O meu primo está agora a entrar na adolescência e só fala da playstation e de futebol. Quando olho para ele, dou graças a Deus por não ter nascido rapaz. Não é que ele não seja bonito, para um miúdo até o é. Acredito que as miúdas lá da sua escola já tenham o olho nele. E não é para me gabar, mas os Coutinho de Moura são conhecidos pelos seus belos cabelos loiros e os fascinantes olhos azuis. Mas o Filipe, bem, tem conversas muito pouco interessantes. Eu sei que ele também se sente um pouco deslocado nestes jantares, visto que o meu pai não se cala com a história do meu nascimento e os meus avós ouvem-no entusiasmados como se não soubessem o fim da história, a minha mãe não pára de se queixar dos quilos que ganhou e a minha tia percebe-a perfeitamente, os amigos do meu pai só falam dos casos jurídicos que lhes calharam e nós, ou melhor elas, estão a decidir o que iríamos fazer.
- Di, ouviste alguma coisa? – pergunta-me a Maria.
- Hã, o quê? O que é que se passa?
- Lindo. Desde que nos sentámos não parámos de falar sobre o novo penteado ridículo da Andreia e tu não ouviste nada do que dissemos. - diz a Teresa, um pouco chateada comigo.
- Desculpem, estava a pensar num tema interessante para meter o Filipe na conversa, mas não está fácil.
- Porque é que não lhe perguntas se está a gostar do jantar? Eu cá acho que este bacalhau com natas está uma delícia. – comentou a Ana.
- Porque ele não aprecia muito peixe. Vê-se logo pela cara dele.
- Já sei! Conta-lhe uma piada. Os miúdos adoram. – opina a Bea.
- Sim, é uma boa ideia! E bem que isto precisa de ser animado. Não quero ouvir falar de hospitais nem de tribunais durante um bom tempo. - exprime a Sara.
- Ok! Ó Filipe, o que é que um nerd diz quando toma remédio?
- Não sei, o que dizes? – pergunta-me o Filipe.
Fiz de conta que nem percebi o que ele disse e dei-lhe logo à resposta à adivinha.
- As definições de vírus foram actualizadas.
Só sei que as pessoas de repente tinham-se calado e agora estão a rir histericamente com a que deve ser a maior seca que eu conheço.
De repente, aquele que parecia ser um jantar para esquecer transformou-se no jantar mais divertido de família de sempre. Quem diria que o avô, que é a pessoa mais abastada que eu conheço, também sabe se divertir.

O ponto alto da festa foi quando, depois de já estar a mesa toda limpa, obrigaram-me a dançar com as miúdas a música do momento: Whenever, Wherever da Shakira. A música ainda ia a meio, connosco a dançar praticamente num cantinho que arranjamos, quando a minha avó de repente se levanta da cadeira e começa a dançar em cima da mesa de jantar. Foi um momento bastante engraçado e descobri de quem herdei o meu talento.

sábado, 12 de abril de 2014

História

Parte 1

Capítulo 1

- Já nasceu! É uma menina! É a minha princesinha! – conta o meu pai, que todos os anos durante o jantar do meu aniversário, relata a história do meu nascimento – saí a gritar pelo hospital fora. As pessoas deviam achar que eu era maluco, mas acho que foi o dia em que estive mais contente. E tinha razão foste a melhor coisa que já me aconteceu. A tua mãe é que já não pode dizer o mesmo…
- É claro que me orgulho da minha Dianinha. O que não me orgulho é dos quilos que ganhei graças à gravidez. Fiquei cheia de estrias e ainda as tenho! Isto sim, é que é um ultraje.

Hoje é 21 de Julho e comemora-se o meu décimo sexto aniversário. Encontrámo-nos em casa a jantar, todos sentados numa mesa com vinte convidados. Vivemos no que chamam casarão, apesar de não o considerar como tal. Dá bem para eu e os meus pais vivermos. O local que acho mais magnífico é jardim, sem dúvida. Quando era nova, lembro-me dos bons momentos que passei no jardim com o meu pai. Andava de baloiço, corria atrás das borboletas e apanhávamos flores, que todas as semanas púnhamos na jarra da entrada. Agora a minha mãe acha que sou demasiado crescida para brincar às fadinhas do jardim. Mas ela não sabe o quão divertido era. No restante da casa são as divisões normais: o meu quarto, o dos meus pais e ainda outro para convidados, três casas de banho, uma cozinha, uma sala, o escritório do meu pai e ainda uma sala de dança. Eu sei que nem toda a gente se pode gabar de ter uma sala para dançar, mas descobri muito nova a minha paixão pela dança e o meu pai decidiu que deveria ter um espaço para tal. Quem não achou muita piada à coisa foi a minha mãe, que viu serem-lhe retirado o seu armário. Agora tem dois armários no quarto só para ela e o que não cabe, guarda na casa dos seus pais. 

(continua...)

terça-feira, 8 de abril de 2014

Continuação

Eu prometo que até ao final da semana publicarei mais um capítulo da minha história.



Sim, eu sei. Eu tenho noção que o primeiro capítulo que publiquei foi um pouco depressivo, mas agora ficará melhor. Aliás,agora é que irei revelar a história da protagonista. Depois vocês irão perceber como é que ela ficou naquele estado.
Quem está ansioso pela continuação?

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Como tinha prometido :)

Prólogo

Matosinhos, Portugal
Janeiro de 2012

Triste. Assustada. Sozinha. Abandonada. É assim que me sinto, fechada nestas quatro paredes. Agora compreendo o quanto os idosos sofrem no meio de tanta solidão. Longe vão os tempos em que me sentia como uma celebridade, em que as festas e os telefonemas eram comuns no meu dia-a-dia. Mal acordava, ficava logo cansada e entusiasmada pelo dia que se iria seguia. Ora ia às compras, ora ia passear pelas ruas da cidade, sendo que às vezes uma praiazita não me fazia nenhum mal. Esses dias acabavam sempre com saídas aos bares com os amigos.
Agora olhem para mim. À miséria que cheguei. Estou internada há apenas um mês e já estou farta de aqui estar, já para não falar que não vejo melhorias no meu estado. Sinto-me cada vez mais como se estivesse em decomposição. Mas bem, não estou aqui para dizer o quão frustrada me sinto com a minha vida, chega de gritar (pois nunca ninguém me ouve, por mais alto que berre), estou farta de lutar contra os fantasmas da minha vida, estou farta, farta…de tudo.
Por mais que queira, sei que a minha vida nunca mais será igual. Será como um trapo, cheio de buracos que por mais retalhos que pusermos, nunca ficará como quando o compramos. Assim será a minha vida, mas agora o que importa é: isto foi a minha vida.
O meu nome é Diana, tenho vinte e cinco anos e esta é a minha história.



Não se esqueçam de dar a vossa opinião!

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Minhas Histórias

Eu há uns tempos atrás comecei a escrever duas histórias, que, neste momento, estão inacabadas. Eu acho que estão ambas muito boas, por isso, vou começar a publicá-las no meu blog a partir das férias. Mas, como sou muito boazinha, deixo-vos aqui um pequeno excerto da 1º história que irei publicar.


Triste. Assustada. Sozinha. Abandonada. É assim que me sinto, fechada nestas quatro paredes. Agora compreendo o quanto os idosos sofrem no meio de tanta solidão. Longe vão os tempos em que me sentia como uma celebridade, em que as festas e os telefonemas eram comuns no meu dia-a-dia. Mal acordava, ficava logo cansada e entusiasmada pelo dia que se seguia. Ora ia às compras, ora ia passear pelas ruas da cidade, sendo que às vezes uma praiazita não me fazia nenhum mal. Esses dias acabavam sempre com saídas aos bares com os amigos.



curiosos pela continuação?
Digam a vossa opinião sobre o pequeno excerto, tal como sugestões para o que poderá ocorrer a seguir :)